sexta-feira, 6 de maio de 2011

Supremo reconhece união estável de homossexuais

05/05/2011 20h30 - Atualizado em 05/05/2011 21h25


Casais gays podem ter assegurados direitos, como pensão e herança.
Em decisão unânime, ministros do STF defenderam os direitos de gays.

Débora SantosDo G1, em Brasília
Os ministros Ayres Britto, relator das ações sobre união homossexual, e Ricardo Lewandowski durante julgamento no Supremo (Foto: Dida Sampaio / Agência Estado)Os ministros Ayres Britto (dir), relator das ações
sobre união homossexual, e Ricardo Lewandowski
durante julgamento no Supremo (Foto: Dida
Sampaio / Agência Estado)
O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, nesta quinta-feira (5) a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas aos casais gays. Com a mudança, o Supremo cria um precedente que pode ser seguido pelas outras instâncias da Justiça e pela administração pública.
O presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, concluiu a votação pedindo ao Congresso Nacional que regulamente as consequência da decisão do STF por meio de uma lei. “O Poder Legislativo, a partir de hoje, tem que se expor e regulamentar as situações em que a aplicação da decisão da Corte seja justificada. Há, portanto, uma convocação que a decisão da Corte implica em relação ao Poder Legislativo para que assuma essa tarefa para a qual parece que até agora não se sentiu muito propensa a exercer”, afirmou Peluso.
De acordo com o Censo Demográfico 2010, o país tem mais de 60 mil casais homossexuais, que podem ter assegurados direitos como herança, comunhão parcial de bens, pensão alimentícia e previdenciária, licença médica, inclusão do companheiro como dependente em planos de saúde, entre outros benefícios.
Em mais de dez horas de sessão, os ministros se revezaram na defesa do direito dos homossexuais à igualdade no tratamento dado pelo estado aos seus relacionamentos afetivos. O julgamento foi iniciado nesta quarta-feira (4) para analisar duas ações sobre o tema propostas pela Procuradoria-Geral da República e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
Em seu voto, o ministro Ayres Britto, relator do caso, foi além dos pedidos feitos nas ações que pretendiam reconhecer a união estável homoafetiva. Baseada nesse voto, a decisão do Supremo sobre o reconhecimento da relação entre pessoas do mesmo sexo pode viabilizar inclusive o casamento civil entre gays, que é direito garantido a casais em união estável.
A diferença é que a união estável acontece sem formalidades, de forma natural, a partir da convivência do casal, e o casamento civil é um contrato jurídico formal estabelecido entre suas pessoas.
A lei, que estabelece normas para as uniões estáveis entre homens e mulheres, destaca entre os direitos e deveres do casal o respeito e a consideração mútuos, além da assistência moral e material recíproca.
Efeitos da decisãoA extensão dos efeitos da união estável aos casais gays, no entanto, não foi delimitada pelo tribunal. Durante o julgamento, o ministro Ricardo Lewandowski foi o único a fazer uma ressalva, ao afirmar que os direitos da união estável entre homem e mulher não devem ser os mesmos destinados aos homoafetivos. Um exemplo é o casamento civil.
“Entendo que uniões de pessoas do mesmo sexo, que se projetam no tempo e ostentam a marca da publicidade, devem ser reconhecidas pelo direito, pois dos fatos nasce o direito. Creio que se está diante de outra unidade familiar distinta das que caracterizam uniões estáveis heterossexuais”, disse Lewandowski.
“Não temos a capacidade de prever todas as relações concretas que demandam a aplicabilidade da nossa decisão. Vamos deixar isso para o caso a caso, nas instâncias comuns. A nossa decisão vale por si, sem precisar de legislação ou de adendos. Mas isso não é um fechar de portas para o Poder Legislativo, que é livre para dispor sobre tudo isso”, afirmou o relator do caso, ministro Ayres Britto.
"Esse julgamento marcará a vida deste país e imprimirá novos rumos à causa da homossexualidade. O julgamento de hoje representa um marco histórico na caminhada da comunidade homossexual. Eu diria um ponto de partida para outras conquistas", afirmou o ministro Celso de Mello.
Ministros do Supremo durante sessão sobre união entre homossexuais (Foto: Carlos Alberto / Imprensa STF)Ministros do Supremo durante sessão sobre união
entre homossexuais (Foto: Carlos Alberto /
Imprensa STF)
Julgamento
No primeiro dia de sessão, nove advogados de entidades participaram do julgamento. Sete delas defenderam o reconhecimento da união estável entre gays e outras duas argumentaram contra a legitimação.
A sessão foi retomada, nesta quinta, com o voto do ministro Luiz Fux. Para ele, não há razões que permitam impedir a união entre pessoas do mesmo sexo. Ele argumentou que a união estável foi criada para reconhecer “famílias espontâneas”, independente da necessidade de aprovação por um juiz ou padre.
“Onde há sociedade há o direito. Se a sociedade evolui, o direito evolui. Os homoafetivos vieram aqui pleitear uma equiparação, que fossem reconhecidos à luz da comunhão que tem e acima de tudo porque querem erigir um projeto de vida. A Suprema Corte concederá aos homoafetivos mais que um projeto de vida, um projeto de felicidade”, afirmou Fux.
“Aqueles que fazem a opção pela união homoafetiva não podem ser desigualados da maioria. As escolhas pessoais livres e legítimas são plurais na sociedade e assim terão de ser entendidas como válidas. (...) O direito existe para a vida não é a vida que existe para o direito. Contra todas as formas de preconceitos há a Constituição Federal”, afirmou a ministra Cármen Lúcia.
Preconceito
O repúdio ao preconceito e os argumentos de direito à igualdade, do princípio da dignidade humana e da garantia de liberdade fizeram parte das falas de todos os ministros do STF.
“O reconhecimento hoje pelo tribunal desses direitos responde a grupo de pessoas que durante longo tempo foram humilhadas, cujos direitos foram ignorados, cuja dignidade foi ofendida, cuja identidade foi denegada e cuja liberdade foi oprimida. As sociedades se aperfeiçoam através de inúmeros mecanismos e um deles é a atuação do Poder Judiciário”, disse a ministra Ellen Gracie.
“Estamos aqui diante de uma situação de descompasso em que o Direito não foi capaz de acompanhar as profundas mudanças sociais. Essas uniões sempre existiram e sempre existirão. O que muda é a forma como as sociedades as enxergam e vão enxergar em cada parte do mundo. Houve uma significativa mudança de paradigmas nas últimas duas décadas”, ponderou Joaquim Barbosa.
O ministro Gilmar Mendes ponderou, no entanto, que não caberia, neste momento, delimitar os direitos que seriam consequências de reconhecer a união estável entre pessoas do mesmo sexo. “As escolhas aqui são de fato dramáticas, difíceis. Me limito a reconhecer a existência dessa união, sem me pronunciar sobre outros desdobramentos”, afirmou.
Para Mendes, não reconhecer o direitos dos casais homossexuais estimula a discriminação. “O limbo jurídico inequivocamente contribui para que haja um quadro de maior discriminação, talvez contribua até mesmo para as práticas violentas de que temos noticia. É dever do estado de proteção e é dever da Corte Constitucional dar essa proteção se, de alguma forma, ela não foi engendrada ou concedida pelo órgão competente”, ponderou.
Duas ações
O plenário do STF concedeu, nesta quinta, pedidos feitos em duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo governo do estado do Rio de Janeiro.
A primeira, de caráter mais amplo, pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. Na segunda, o governo do Rio queria que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio saúde.
O ministro Dias Toffoli não participou do julgamento das ações. Ele se declarou impedido de votar porque, quando era advogado-geral da União, se manifestou publicamente sobre o tema.
Nota: Deixo claro que não quero violar a consciência de qualquer individuo e nem sua liberdade de expressão, no entanto me preocupo como tem sido o andar das coisas e como irei visualizar um futuro para meus filhos e futuras gerações.  O mais incrível nisso tudo é que ninguém avaliou ( isso claro os homossexuais e lésbicas) e os demais que para terem nascidos precisaram da união estável entre Homem e mulher ou seja familia, onde estão os valores? ética, moral? quase não tenho palavras para tal ato. Ainda bem que tenho um conforto e esperança ( pois assim defendo  e acredito) e se encontra na Bíblia no livro de 2 Timoteo 3:1- 4 " sabe pois que nos últimos dias, sobrevirão tempos difícieis , pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes, aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, calunidores, sem domínio de si, crueis , inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres do que de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder ( o poder de Deus e sua palavra). Não quero afirmar aqui que Deus não ama essas pessoas, ele ama a todos e eu não me oponho também a eles( pessoas), mas me oponho a seus atos, pois assim como todo ser humano sou falho e pecador mas tenho que submeter a minha natureza mau a Deus e so ele pode perdoar e junto do perdão a me transformar. No assunto mencionado acima mesmo que você não acredite na Bíblia e respeito sua posição ele é inconstitucional 

“Art. 226. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.
§ 4º - Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.
§ 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.”

O Parágrafo 3º é regulamentado pela lei 9.278/96, que define a união estável, a saber:  
Art. 1º É reconhecida como entidade familiar a convivência duradoura, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família.”

      Detalhe a Lei acima decretada para Homem e mulher ja havia sido estabelecida muito antes: confira Genesis Cap 1: 27e 28 ali também deixa claro que Deus fez o Homem a sua imagem e semelhança, portanto na integra do texto se trata tanto fisica como moral, e podemos ver o contraste entre o que eu escrevi no texto mais acima da carta de Paulo a Timoteo, pois em Gen fala do ideal de Deus e seu caracter e em timoteo sobre os acontecimentos futuros, por que disso isso tudo é coincidência? não amigo de forma alguma pois Genesis  foi escrito  a mais ou menos 3000 anos antes de timoteo por pessoas distintas que nunca se viram ou coisa parecida porém todas as informações contidas se baseiam em um so ideal.Pense e avalie por si mesmo...
      
  Sei  que isso no entanto são sinais do fim acredite você ou não Jesus vai voltar e esta muito  breve!!!
Abraços Eduardo.


quinta-feira, 5 de maio de 2011



Os Otimistas são os primeiros a morrer

O conceito comum e o politicamente correto sempre nos levam a crer que o otimismo é uma chave mestra para diversas situações. Se o pessimista é um derrotado antes de começar a lutar, o otimista é aquele que já vence metade da batalha antes dela começar. Será que isso é verdade? Em um dos seus livros, Jim Collins reapresentou a incrível história do almirante James Stockdale. Esse oficial norte-americano foi o prisioneiro de mais alta patente durante a Guerra do Vietnã. Sofreu durante 8 anos as agruras do cativeiro e de sessões de tortura terríveis nas mãos do inimigo. No entanto, sobreviveu e se tornou um dos militares mais condecorados de todos os tempos. A partir do seu relato e dos eventos que superou passou a ser utilizado o conceito do Paradoxo de Stockdale.
Esse paradoxo desconstrói a tese usualmente utilizada a respeito do otimismo. No campo de prisioneiros vietnamita, os otimistas sempre vislumbravam que a solução estava ali na frente. O resgate viria ou a guerra terminaria e logo seriamlibertados. Era questão de tempo, mentalizado fortemente com um limite entre o desespero e a redenção. Mas os dias, semanas, meses e anos passavam e tudo continuava igual. E o horizonte do otimista desmoronava de tal modo que era tomado pelo desespero e pela falta de total perspectiva. Enquanto isso, os realistas desejam tudo que os otimistas queriam, mas trabalhavam dentro da condições impostas, sabendo conviver e amenizar os horrores diários. Não havia um ponto final determinado, mas a convicção que algum dia terminaria e para isso era preciso estar vivo até lá.
Quantos gestores empresariais desafiam o Paradoxo de Stockdale? Vivem momentos complicados no negócio, mas imaginam que a próxima estação irá salvá-los. Algum grande cliente imaginário irá surgir e bater na porta comprando todo o estoque e garantindo meses de produção. Assim preparam-se para aquele mês mágico que se aproxima. E quando a realidade bate na porta (e não o cliente) tudo desaba. O otimismo mostra seu viés mais perigoso, o da ilusão que por si só os problemas irão ser resolvidos. Prepare-se para a realidade, não importa tão dura ela seja, pois será a sua melhor garantia contra a morte de seus sonhos.
Felipe Schmitt Fleischer
@fsf11
Pensador Mercadológico

Dica de consumo 03 de 300: Autoconceito e comportamento de compra

O autoconceito é desenvolvido na infância através das relações que temos com adultos significativos em nossas vidas como pais, professores e outros adultos que ocupam uma posição de autoridade. A maneira como os outros reagem ao comportamento do indivíduo determina o tipo de autoconceito que será desenvolvido.
A auto-estima também constitui o autoconceito, definida pelo processo avaliativo que fazemos das nossas qualidades e desempenho. Este é o conteúdo afetivo do autoconceito, visto como avaliação afetiva do próprio eu.
A nossa auto-imagem é resultado do nosso auto-conceito, ou seja, tudo aquilo que acreditamos sobre nós, um conjunto de conceitos pessoais que inclui o que atualmente somos e também o que gostaríamos de nos tornar.
Nós vivemos o nosso autoconceito em grande parte pelo que consumimos. Os produtos que compramos representam uma verdadeira extensão de nós mesmos, pois expandimos ou enriquecemos a imagem do nosso EU por meio da posse de produtos. Consumimos aquilo que é capaz de expressar o que chamamos de autoconceito.
O EU real é a idéia que temos de nós mesmos inseridos na realidade (como realmente somos). No consumo direcionamos as escolhas dos produtos para reforçar a nossa imagem atual. Os atributos de um produto tendem a ser relacionados com a auto-imagem especialmente quando se trata de produtos que apelam ao EU ideal, ou seja, aqueles com alta expressividade social (perfumes, roupas, jóias) e com alta orientação para a imagem.
O EU ideal é tudo aquilo que gostaríamos de ser (inclui também o aspiracional). O consumidor orientado para o seu EU Ideal busca produtos que melhorem a sua auto-imagem, pois o simbolismo dos produtos o remete mais perto de suas idealizações (o que queremos ser). Idealizamos ser magros, bonitos, sedutores, inteligentes, autênticos, criativos, ricos, modernos, poderosos, joviais, simpáticos, bem-sucedidos. Por mais distantes que estes atributos estejam do nosso eu real, conseguimos através do consumo de marcas e produtos nos aproximar do que idealizamos.
Nas pesquisas etnográficas conseguimos captar muito do autoconceito do consumidor observando a sua casa, o seu quarto, o seu closet. Esta é uma das formas de entender a personalidade e o “mundo interno” do consumidor.
Após ler este texto você consegue identificar um pouco do seu eu real e eu ideal na sua casa ou até mesmo no seu armário? Utilize este olhar para comportamento de compra dos consumidores e entenda um pouco mais da subjetividade no âmbito do consumo.
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Bárbara Dresch
Pensadora Mercadológica
www.pensadormercadologico.com

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Postado por Universo Jovem às 12:26


O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americanaAnna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidenteWoodrow Wilson: dia 9 de Maio.

Dados Históricos: A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos deuses. 

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo. 

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.

No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros CâmaraCardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica

Em Portugal, o Dia da Mãe é celebrado no primeiro domingo de Maio. 

Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro

10 Dicas Para Viver Mais e Com Saúde !


1- Faça pelo menos 3 refeições (café da manhã, almoço e jantar) e 2 lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições.


2- Inclua diariamente 6 porções do grupo do cereal (arroz, milho, trigo pães e massas), tubérculos como as batatas e raízes como a mandioca/macaxeira/aipim nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.

3- Coma diariamente pelo menos 3 porções de legumes e verduras como parte das refeições e 3 porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.

4- Coma feijão com arroz todos os dias ou , pelo menos, 5 vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.

5- Consuma diariamente 3 porções de leite e derivados e 1 porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis! (Nota do Blog: Como as carnes sobrecarregam o aparelho digestivo, o ideal é o consumo de proteínas de origem vegetal ao invés da animal encontradas no Tofu (queijo de soja), No leite de soja, em vez do leite de vaca, Em sementes de girassol, gergelim, cogumelo, pólen de flores, ovos caipiras, Em sementes oleaginosas, como castanha, noz, avelã, pinhão, etc. Aveia integral, germe de trigo e levedura de cerveja também são fontes de proteínas, Frutas oleaginosas, como abacate e coco são ricas em proteínas; frutas doces e ácidas, assim como as verduras e a batata, contêm excelentes proteínas, embora em pequena quantidade. O arroz integral, juntamente com as leguminosas (lentilhas, grãos de bico, ervilhas, feijões etc.), sempre uma de cada vez, principalmente leguminosas frescas ou em brotos, formam os doze aminoácidos essenciais, a proteína completa. A proteína vegetal tem a vantagem de vir acompanhada de vitaminas e sais minerais, além de enzimas e outros nutrientes, que facilitam o aproveitamento pelo organismo e dão efeitos alcalinizantes).

6- Consuma, no máximo, 1 porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans.

7- Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação.

8- Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa. Evite consumir alimentos industrializados com muito sal (sódio) como hambúrguer , charque, salsicha, lingüiça, presunto, salgadinhos, conservas de vegetais, sopas, molhos e temperos prontos.

9- Beba pelo menos 2 litros (6 a 8 copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.

10-Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo. Mantenha o peso dentro de limites saudáveis.

Fonte: Sistema Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas

Por que os darwinistas são cabeças duras e não corrigem a teoria da evolução??? Quarta-feira, Maio 04, 2011

Quarta-feira, Maio 04, 2011


Uma premissa científica sadia é que a ciência, sendo um construto humano, se corrige ou permanece à medida em que as evidências encontradas na natureza desafiam ou corroboram nossas teorias. Todavia, não é assim com a teoria geral da evolução de Darwin através da seleção natural e mecanismos evolucionários (de A a Z, argh, isso é como cometer um genocídio epistêmico).


Leitura objetiva que eu venho fazendo na literatura especializada me revela o seguinte: apesar de uma montanha de evidências contrárias levantadas por vários cientistas em diversas áreas científicas apontando para a falência epistêmica de Darwin, há uma teimosia da parte da comunidade científica em não reconhecer a falência epistêmica da maior ideia que toda a humanidade já teve. Os cientistas têm acesso à literatura que este simples professor de ensimo médio tem. Corrija-se, agora mestre e pesquisador em História da Ciência pela PUC de São Paulo.

Vejamos alguns exemplos encontrados revelando a falta de correção teórica por parte dos darwinistas - especialmente na área de predições contrariadas pelas evidências no contexto de justificação teórica:

1. Moléculas e morfologias convergem na formação de uma única Árvore da Vida - NADA MAIS FALSO.

2. Homologias podem ser explicadas pela herança de genes similares de um ancestral comum - NADA MAIS FALSO.

3. A seleção natural pode ser observada produzindo novas espécies - NADA MAIS FALSO.

4. Mutações no DNA podem fornecer as mudança morfológicas benéficas necessárias para a macroevolução. NADA MAIS FALSO.


Etc., etc., etc. 


Gente, isso aí acima já deveria motivar qualquer cientista HONESTO a se pronunciar a respeito, e dizer, alto e bom som: as evidências não corroboram o previsto pela teoria, é necessário que se faça uma revisão ou simples descarte da Síntese Evolutiva Moderna. 


Onde estão os darwinistas HONESTOS??? Alguém aí, por favor, me empreste uma lanterna do tipo usada por Diógenes, filósofo grego que andava pelas ruas de Atenas com uma lanterna na mão, procurando um homem honesto. Os cientistas HONESTOS estão sendo perseguidos pela Nomenklatura científica. Por que? Porque ousaram desafiar a Darwin, o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve. Eu sei do que estou falando...

Será que é por isso, y por otras cositas mais, que a nova teoria geral da evolução - a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA não pode, nem deve e tampouco será selecionista, e deverá incorporar aspectos lamarckistas. Por que será entregue somente em 2020??? Por que a Nomenklatura científica não debate isso publicamente nas universidades? Por que a Grande Mídia nada reporta sobre isso?

Gente, quando a questão é Darwin, é tutti cosa nostra! Ciência e mentira não podem andar de mãos dadas, e os cientistas devem seguir as evidências aonde elas forem dar. E elas não apoiam a Darwin, mas apontam noutra direção...

Fui, nem sei por que, rindo feito taquara rachada, especialmente rindo da Galera dos meninos e meninas de Darwin que me ama e me desce o cacete sem dó nem piedade no ciberespaço. Como Diógenes respondeu a Alexandre, o Grande, que lhe perguntou o que poderia fazer por ele, eu respondo: "Sai da frente que você está tapando o Sol" das evidências e impedindo o avanço da ciência!!!

Menino de 5 anos paga tratamento de câncer vendendo desenhos na internet


Um menino americano de cinco anos conseguiu pagar o próprio tratamento de câncer vendendo 3.000 desenhos de monstros, palhaços e alienígenas na internet, muitos deles feitos na cama do hospital. 
Aidan Reed, que vive em Kansas City, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com leucemia em setembro do ano passado.
Os pais dele, Katie e Wiley, tiveram de ver o filho enfrentar semanas de sofrimento com o tratamento de quimioterapia e outros procedimentos dolorosos, mas tinham esperanças, já que os médicos haviam dito que o tipo de câncer de Aidan tem uma taxa de cura de 90%.
Só que com as contas de hospital se acumulando, os Reed tiveram de colocar a casa da família à venda. Foi aí que surgiu a ideia de transformar um hobby de Aidan em fonte de recursos.
Aidan Reed disse o que gosta de desenhar ao Survivors Club, uma organização que ajuda pessoas que enfrentam adversidades.
- Eu gosto de desenhar cavaleiros, bobos da corte, palhaços assustadores e alienígenas. Eu também gosto de me vestir de palhaços bons e palhaços malvados. Eu posso ser um lobo ou um zumbi...
Sucesso
Durante o tratamento, Aidan gostava de desenhar monstros. Esses desenhos foram colocados à venda na internet pela tia do menino, Mandi Ostein.
- Meu número de sorte é 60, então eu decidi que iria vender 60 desenhos.
Mas o sucesso foi tanto que a tia de Aidan acabou transformando sua casa em um centro de impressão e envio de desenhos. Muitos deles eram "assinados" pelo artista.
Pedidos chegaram de vários países do mundo, inclusive do Brasil. Wiley Reed, o pai do menino, disse que ficou impressionado com o sucesso.
- Eu fiquei chocado com a reação aos desenhos de Aidan. Acho que para ele também tem sido uma boa distração da doença.
No fim, foram vendidos cerca de 3.000 desenhos, arrecadando mais de R$ 47 mil (US$ 30 mil), o suficiente para cobrir todos os gastos com o tratamento e cancelar a venda da casa da família.
A tia do garoto conta que o resultado foi inacreditável.
- É absolutamente inacreditável. Nós somos moradores de uma cidadezinha do meio oeste americano. Este tipo de coisa não acontece com a gente.