domingo, 15 de janeiro de 2012

Por que ou para que?


Por que ou para que?
 

 
Quando alguma coisa, boa ou ruim; agradável ou desagradável; alegre ou triste e, principalmente quando algo negativo acontece em nossa vida, temos a tendência de perguntar “por que isso está acontecendo comigo?” Queremos uma explicação dos motivos com a pergunta “por que?” Ficamos o tempo todo buscando uma causa e quase sempre nos achamos injustiçados: “eu não merecia isto!” Conheço pessoas que acabam se revoltando contra tudo e até contra Deus quando alguma coisa desagradável e inesperada ocorre.

Temos que entender que ninguém está livre de acontecimentos desagradáveis. Temos que ter a inteligência e o bom senso de entender que imprevistos acontecem e em vez de perguntarmos o tempo todo “por que?” deveríamos buscar aprender com os acontecimentos nos perguntando “para que?” e tirar lições que por certos existem em meio aos acontecimentos da vida, agradáveis ou desagradáveis, bons ou ruins como comentamos acima.

Perguntando “para que?” em vez de “por que?” dirigiremos nossa mente para buscar as lições escondidas nos acontecimentos. Perguntando “para que?” abriremos nosso coração para mudar o que deve ser mudado e muitas vezes evitaremos a repetição de acontecimentos desagradáveis e permitiremos que coisas boas se repitam em nossa vida.

E não devemos, portanto, perguntar “para que?” somente nos acontecimentos ruins e nos momentos tristes. Devemos fazer essa mesma pergunta em nosso sucesso, em nossas conquistas. Ao perguntarmos “para que?” talvez descubramos o quanto pessoas mais necessitadas precisam de nós; o quanto temos e que podemos dar aos que menos têm; ou o quanto devemos ser agradecidos às pessoas que nos ajudaram.

Pense nisso. Pergunte “para que?” em vez de “por que?”.
Sucesso!



 PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior.  

Quem tem medo de 2012?


Quem tem medo de 2012?
 

 
O País do futuro parece estar chegando para muitos brasileiros que investiram em qualidade e produtividade profissional, empresarial e pessoal nos últimos anos. O gigante adormecido parece estar despertando. Os dados internacionais nos mostram que em 2012 já seremos a sétima maior economia do mundo. Em 2014 seremos a sexta. Em 2016 a quinta e em 2040 a quarta maior economia, na frente da Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Espanha e muitos outros.

Já em 2012 estaremos abaixo apenas dos (1) Estados Unidos, (2) China, (3) Japão, (4) Alemanha, (5) França e (6) Reino Unido, segundo o Banco Mundial. Como sétima economia mundial, os investimentos diretos internacionais crescerão. Segundo pesquisa da UNCTAD – Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento – o Brasil será o terceiro país do mundo a receber mais investimentos internacionais, à frente dos Estados Unidos (4º.) e apenas atrás de China e Índia.

Outro estudo, agora da FAO – Agência das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – mostra que o Brasil tem tudo para ser o principal fornecedor de alimentos do mundo. O maior problema do mundo no futuro será alimentar os nove bilhões de seres humanos que seremos no mundo daqui a 50 anos. O mundo precisará produzir 50% a mais de grãos e dobrar a produção de carne para atender essa demanda. O problema do mundo é que onde há terra agriculturável, não há água suficiente. Onde há água, não há terra suficiente. Segundo esses estudos, o Brasil tem 400 milhões de hectares de terras agriculturáveis (sem contar áreas protegidas pela legislação como a Amazônia) e só utiliza 50 milhões. O governo brasileiro diz que são 300 milhões e não 400 milhões, mas confirma a utilização de apenas 50 milhões. O Brasil tem mais terra agriculturável que os Estados Unidos e a Rússia juntos. E o Relatório Mundial da Água da ONU de 2009 afirma que o Brasil tem oito trilhões de quilômetros cúbicos de água renovável a cada ano. O Brasil, com 190 milhões de habitantes tem mais água renovável que toda a Ásia com quatro bilhões de pessoas. Assim, afirma a ONU que o Brasil, sem dúvida, será um dos mais importantes fornecedores de alimentos para o mundo nos próximos 50 anos. Prova disso é a procura de terra por estrangeiros o que tem feito o nosso Congresso estudar legislações que limitem a compra de terra por estrangeiros.

Assim, em 2012 e nos anos seguintes teremos uma visibilidade mundial nunca antes alcançada e isso nos trará benefícios e exigências. Os benefícios são óbvios mas seremos também cobrados por mais qualidade, produtividade, excelência, transparência e postura de país desenvolvido.

Dessa forma terá medo de 2012 aquele que não acreditar nesses números e nessa verdade de que estamos construindo um Brasil diferente, cuja previsão é a de que teremos apenas 8% de pessoas consideradas tecnicamente pobres, uma queda de quase 70% desde 1993, quando 35% da nossa população era considerada pobre. A previsão é que em 2015 se somarmos as classes A+B+C teremos 72% o que fará do Brasil um país de classe média, que hoje já ultrapassa dos 50%.

Agora é, pois, hora de agir com seriedade e cautela, mas muito vigor para aproveitar esse momento histórico que estamos vivendo. Terá medo de 2012 quem continuar pensando como sempre, negativamente, olhando para o retrovisor, não acreditando em nossa capacidade de fazer a diferença num mundo cheio de dificuldades. A Europa está na mais profunda crise econômica em décadas. Grécia, Portugal, Irlanda, Espanha, Bélgica e mesmo Itália, França e Alemanha estão com dificuldades inimagináveis há pouco tempo. Assim, além de tudo, teremos uma nova onda migratória de europeus e até de americanos do norte para o Brasil. Os europeus e mesmo americanos que buscam trabalho hoje no Brasil já são contados às centenas e esse número não tende a decrescer.

Terá medo de 2012 quem ficar esperando e não agir, não construir as condições básicas de acesso a esse novo Brasil.

Pense nisso. Sucesso! Feliz 2012.


 PROF. LUIZ MARINS

Antropólogo. Estudou Antropologia na Austrália (Macquarie University/School of Behavioural Sciences) sob a orientação do renomado antropólogo indiano Prof. Dr. Chandra Jayawardena e na Universidade de São Paulo (USP), sob a orientação da Profa.Dra. Thekla Hartmann;

- Licenciado em História (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Sorocaba); estudou Direito (Faculdade de Direito de Sorocaba); Ciência Política (Universidade de Brasília - UnB); Negociação (New York University, NY, USA); Planejamento e Marketing (Wharton School, Pennsylvannia, USA); Antropologia Econômica e Macroeconomia (Curso especial da London School of Economics em New South Wales) e outros cursos em universidades no Brasil e no exterior. 

Fracassamos


Fracassamos
 

 

Fracassamos,
Quando visualizamos a derrota,
antes da batalha.

Quando abandonamos a luta,
com medo da discórdia.

Quando ouvimos o Não,
antes da pergunta.

Quando silenciamos,
com medo da resposta.

Fracassamos,
Quando o dia amanhece,
na hora que deitamos.

Quando o sono vem,
e não nos entregamos.

Quando o medo de sonhar,
se transforma em pesadelo.

Quando a vida se dilui,
na busca que fazemos.

Fracassamos,
Quando a chave da verdade,
abre as portas da mentira.

Quando lamentamos na chegada,
a hora da partida.

Quando o Amor vai a leilão,
no martelo da cobiça.

Fracassamos,
Quando choramos a morte
diante da vida.


Fonte: (Maria Teresinha Debatin) Do livro: As muitas faces de um sujeito chamado EU
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Aspirador de pó de papelão


Um aspirador de pó de papelão? Sim, isso agora existe e, o melhor, funciona muito bem!
O estudante britânico de designer industrial, Jake Tyler, criou um aspirador de pó Vax ev, feito com papelão de embalagens recicladas.
Tyler foi bem objetivo, a ideia surgiu ao ver as modelos de aspiradores comuns e ele pensou o quanto sustentável um produto desses poderia ser. Não deu outra, e ele conseguiu criar um modelo 100% reciclável.
Mas aí você pensou: “pode molhar, pegar fogo e bye-bye aspirador verdinho”.
Nãooo! O produto tem um revestimento retardador de chamas e repelentes de água. Sem contar que as partes do aspirador podem ser substituídas, sendo que o custo será um décimo do preço de uma peça de um produto tradicional.
Além de você ter um aspirador super funcional e sustentável, ainda, dá para soltas seus dotes artísticos e personalizar o revestimento do produto. Legal, né?!
O trabalho de Tyler está na exposição de “Novos Designers”, no Reino Unido, como o melhor trabalho do de pós-graduação de designer do país – uaul!
E marca de aspirador Vax abraçou a ideia do jovem designer e fará uma produção limitada para ver se os consumidores aprovam, conforme o resultado, ela entra para linha de produção da empresa.
Fonte: Alô Terra

terça-feira, 10 de janeiro de 2012



Da lixeira para a ciclovia


   Patenteada e fabricada no Brasil, bicicleta feita com

 garrafas PET recicla descartes e torna ainda

mais benéfica a troca do acelerador pelos pedais

penas o quadro, para quem quiser comprá-lo e montar uma bicicleta com configuração própria ou reaproveitar os itens de uma antiga. Nesse caso, a peça custa R$ 250. Por enquanto, a novidade só está disponível na cor preta com aro tamanho 26. O sucesso é tanto que os interessados têm de entrar numa fila de espera que já conta com três mil pessoas, o que obriga os ciclistas a esperar mais de um mês 
Luciani Gomes
Conheça, em vídeo, a bicicleta de garrafa PET :
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EM DOBRO
Para Luiz Guedes, a nova bicicleta tem dois benefícios:
além de ajudar a melhorar o trânsito, preserva o ambiente
Com as possibilidades abertas pela reciclagem, começa a surgir uma categoria de gente que não se contenta em apenas trocar o carro pela bicicleta. Para atender esse público, o veículo tem de ser ecológico desde a concepção. Resultado de uma pesquisa de 12 anos do artista plástico uruguaio radicado no Brasil Juan Muzzi, 63 anos, as bicicletas ecológicas – uma patente mundial brasileira – possuem quadro de plástico feito a partir da reciclagem de garrafas PET. Para quem usa, as vantagens imediatas são a leveza em relação às tradicionais e o fato de não enferrujarem. Para o planeta, além da matéria-prima reciclada, elas não recebem solda, não levam tinta e geram uma economia de energia elétrica de 96% no processo de produção. E ainda são bonitas. “O design tem incentivado muita gente a trocar a bike antiga pelas sustentáveis”, diz Muzzi. 

A produção, que começou no início do ano passado a passos lentos, já está a todo vapor. Hoje são feitas 12 mil unidades por mês, mas a expectativa é dobrar esse total até junho. Os preços são compatíveis com os da concorrência: o modelo básico, de uma única marcha, custa R$ 450; os intermediários, R$ 850; e o mais completo sai por R$ 1.990. E há mais uma isca para atrair os ciclistas comprometidos com as questões ambientais: se ele levar as cerca de 200 garrafas PET necessárias para a montagem do quadro, ganha desconto no preço final.
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PROFESSOR PEDAL 
Para chegar ao modelo final da bicicleta ecológica, o artista
plástico Juan Muzzi investiu R$ 3 milhões e 12 anos de sua vida
Usuário de bicicleta como principal meio de transporte há 15 anos, o jornalista paulistano Luiz Guedes, 32 anos, enumera os benefícios do produto: “Ela me permite juntar as duas coisas que a bicicleta representa: colaboração com o trânsito e com o meio ambiente”. Há três meses ele adquiriu uma Muzzicycle, a marca de bicicletas de Muzzi. “É diferente, mais mole, não precisa de amortecedor. É ideal para curtas e médias distâncias”, avalia ele, que pedala cerca de 40 quilômetros por dia. Segundo Guedes, quem não está acostumado pode estranhar no começo. “Ela entorta um pou­co durante o uso”, diz ele, que comprou um modelo básico para usar principalmente na praia e fugir da ferrugem. Para o comerciante paulistano Dagoberto de Andrade, 31 anos, essa maciez da bicicleta é a maior qualidade das Muzzicycles. Mas a flexibilidade pode gerar desconfianças quanto à resistência do material. Para tirar dúvidas, Muzzi filmou um teste em que joga o quadro de uma altura de 18 metros e o atropela com um carro de 400 kg. O produto sobreviveu. 

Até chegar ao modelo ideal, o criador do produto conta que foram feitos diversos testes e moldes de quadro, o que demandou um investimento de cerca de R$ 3 milhões. Para ajudar a diluir esse gasto, há várias possibilidades de negócio. Muzzi vende, por exemplo, apara ter a sua bike ecologicamente correta em casa
.
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domingo, 8 de janeiro de 2012

Prédio de 30 andares é construído em 15 dias na China [vídeo]


Um prédio pré-fabricado construído pela empresa especializada em construções sustentáveis, The Broad Group, ficou pronto em apenas 15 dias. Esse prédio será um hotel na província de Hunan, na China.
Prédio de 30 andares é construído em 15 na China

Prédio de 30 andares é construído em 15 na China

Prédio de 30 andares é construído em 15 na China

Prédio de 30 andares é construído em 15 na China

Prédio de 30 andares é construído em 15 na China


Fonte: Ideias Green

sábado, 7 de janeiro de 2012

Aprenda a fazer um vaso de garrafa PET





O vaso parece de cristal, mas com a vantagem de ser inquebrável, sem custo algum e que ainda pode ser reciclado posteriormente l Fotos: WikiHow
As garrafas PET estão presentes no nosso dia a dia e são responsáveis por grande volume nos lixões e aterros sanitários e pela contaminação do solo e dos oceanos. Porém, existem diversas maneiras de evitar o descarte deste material, que pode ser totalmente reaproveitado.
O CicloVivo separou a dica do site wikiHow de como fazer um vaso de garrafa plástica, com um acabamento que lembra um vaso de cristal, mas com a vantagem de ser inquebrável, sem custo algum e que ainda pode ser reciclado posteriormente.
Materiais: 1 garrafa PET (de preferência transparente) e 1 tesoura.
Como fazer:
- Depois de lavar bem uma garrafa plástica e retirar seu rótulo, corte-a na parte superior à parte lisa da garrafa, onde geralmente ficam os rótulos.
- Picote a parte superior da garrafa com cortes retos e espaçados por toda a sua volta. Sempre corte os segmentos ao meio e depois corte-os ao meio novamente para obter tiras finas do mesmo tamanho.
- Pressione com cuidado e dobre todas as tiras para fora, para deixar os picotes  nivelados. Pressione a garrafa de cabeça para baixo em uma superfície plana para garantir que fiquem alinhadas.
- Para começar a dar o acabamento, dobre uma tira por cima da próxima e por baixo das outras duas seguintes.
- Dobre a próxima tira da mesma maneira, porém dessa vez passe-a por cima de duas tiras e por baixo de uma.
- Dobre a terceira tira da mesma maneira que fez na primeira. Depois continue neste padrão até as últimas três, e então dobre cada uma sobre a outra, até que o acabamento fique completo.
Por causa do peso do plástico, que é muito leve, adicione pedras decorativas, como brita, pedra rolada ou cascalho. Quando você adiciona as pedras, permite que a luz brilhe através de seu vaso, assim ele produzirá belas cores.
Fonte: Ciclovivo