terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Skates Antigos São Transformados e Ganham Novas Utilidades
Published on 31 de janeiro de 2012 in #água, #ativismoambiental, #biologo_caio,#codigoflorestalfascista, #CodigoFlorestral, #mafiaverde, #meioambiente, #preservaçãoambiental,#projetolixomarinho, #TEDxAmazônia, #territorioanimal, #topblog, #TOPBLOG2010, BIOBLOGS, Blog Action Day, Blogueiros Ambientais, Educação Ambiental, Empreendorismo, florestafazadiferenca,Mudança climática, Programa Território Animal, Programa Território Animal, Sem categoria,Sustentabilidade, Território Animal, TOPBLOG2011 and Uncategorized. 0 Comments
Tags: deckstool, ecofriend, grove, nube, skate, skate study house, sustentabilidade.
A reciclagem tem sido proposta como uma solução para ajudar a reduzir o problema do lixo. Apesar disso, a maioria ainda prefere descartar itens e comprar novos. Separamos uma lista de itens funcionais e de decoração, criado por artistas, feitos com skates velhos.
Prateleira
Por que gastar dinheiro com prateleiras novas quando você pode fazer a sua própria? Patrick Drake tem usado o seu amor pelo meio ambiente e pelo esporte para reciclar skates velhos e fazer prateleiras para livros, revistas e artigos decorativos. Seu projeto, chamado Pure Skateboard Shelf, foi feito aproveitando a forma natural do skate. Os eixos foram usados como suportes de livros que também previnem as pranchas de escorregar para frente, agindo como pesos. Para a base, Drake utilizou um skate completo com rodas, que foram reforçadas para que não pudessem rolar, fazendo com que a plataforma ficasse estável.
Cadeira para lounge
A forma simples de um skate é tão versátil que pode ser transformada em quase tudo. A cadeira foi trabalhada a partir de shapes (pranchas) velhos. São oito peças sentadas em uma armação de metal sem os respectivos eixos. Os shapes foram cobertos com almofadas de neoprene para dar um aspecto de couro. Batizada de Jet Set Lounge Chair, a cadeira é comercializado pela Skate Study House. A empresa também cria objetos como relógios, lamparinas, bancos, cabides, mesas entre outros.
Case para iPhone
Os celulares são delicados e precisam de proteção contra uso e desgaste diário. Embora existam muitos cases no mercado, nenhum tem um aspecto tão interessante como estes feitos pela artista Lindsay Jo Holmes da empresa Grove, feito em colaboração com a MapleXO. Esta edição limitada de cases para iPhone foram feitas cortando skates velhos em tiras, que depois foram coladas. Os resultados são cases coloridos em tons de arco-íris, que são duráveis e únicos.
Banco urbano colorido
A Deckstool é o cérebro por trás deste banco incrível com cinco metros de comprimento. A empresa recicla skates velhos fornecidos pelos clientes ou resgata os materiais necessários para a produção de bancos de ruas. Os eixos de metal funcionam como suporte sobre os quais os assentos de madeira são colocados. O que faz os bancos se destacarem é que os projetos possuem arranhões e apelidos feitos por seus antigos usuários, dando às criações uma sensação familiar e mais confortável.
Esculturas
Afastando-se um pouco da funcionalidade, o artista japonês, Haroshi, juntou-se à empresa DLX Distribution and HUF para criar maravilhosas obras de arte feitas com skates usados. O resultado é tão suave que não parecem ser feitos com este material.
O artista realiza sua mágica lixa na antiga pintura e, em seguida, coloca os skates em pilhas. O resultado é um bloco de placas que servem como base para sua habilidade com uma serra elétrica. As peças são então polidas para dar brilho e vendidas aos clientes.
Obras de arte
Continuando na linha dos projetos não funcionais, um grupo de artistas conhecidos como Nube estão trabalhando na restauração de skates velhos para fazer obras de arte. Os artistas fazem parte de um projeto chamado Reskate que visa converter shapes em mini longboards. As placas são restauradas e dadas aos artistas que trabalham sobre elas, criando peças de edição limitada com detalhes surpreendentes. Os produtos foram exibidos na galeria Pantocrator de Berlim no ano passado.
Banquinhos
A maioria dos skates caracteriza-se por trabalhos em graffiti que confere estilo e individualidade. Com tempo necessário para criar tais peças únicas, é sempre uma pena que muitos são descartados depois de velhos. A Deckstool, a mesma empresa que cria os bancos urbanos, tem criado banquinhos. Os eixos são usados como ponto de união para o assento e “pés”, proporcionando um suporte robusto para os usuários. Tal como os seus bancos urbanos, estes assentos possuem elementos que complementam perfeitamente a identidade dos skatistas. Com informações do EcoFriend.
Fonte: CicloVivo
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
O preço da sua alma: como o cérebro decide vendê-la ou não
Pesquisa mostra que valores sagrados são processados de forma diferente
A tomada de decisão sobre "valores sagrados" passa por um processo cognitivo diferente, mostra um estudo feito pela Universidade Emory.
O estudo usou exames de neuroimagem que mostram que valores que as pessoas se recusam a negar, mesmo diante de oferta de dinheiro, são processados de forma diferente no cérebro do que aqueles que as pessoas "vendem" de bom grado.
"Nossa experiência mostra que o reino do sagrado - seja uma forte crença religiosa, uma identidade nacional ou um código de ética - é um processo cognitivo diferente", diz Gregory Berns, autor do estudo.
Valores sagrados ativam de uma área no cérebro associada com regras e processos de certo-ou-errado em oposição às regiões associadas a processos de custo-benefício.
"Isso tem grandes implicações para compreender melhor o que influencia comportamentos humanos nos países e culturas", diz Berns. "Estamos vendo como valores culturais fundamentais são representados no cérebro", diz.
Os pesquisadores usaram ressonância magnética funcional para gravar as respostas de 32 voluntários durante um teste. Na primeira fase, os participantes observavam afirmativas que variavam desde "você é um bebedor de chá" até "você apoia o casamento gay". Cada uma das 62 sentenças tinha uma frase contraditória. Os participantes precisavam escolher um deles.
No fim do teste, os participantes tiveram a opção de fazer uma espécie de leilão com suas sentenças, repudiando as escolhas anteriores em troca de dinheiro. Os participantes podiam ganhar U$ 100 dólares por sentença simplesmente concordando em assinar um documento declarando o oposto do que acreditavam. Eles puderam optar por deixar de fora as sentenças de alto valor para eles.
"Nós usamos o leilão como uma medida da integridade para afirmações específicas", explica Berns. "Se a pessoa recusa a ganhar dinheiro para mudar uma afirmação, então consideramos que o valor é sagrado para ele. Mas se eles ficam com o dinheiro, então consideramos que a pessoa tinha baixa integridade para aquela afirmação e que ela não era sagrada", diz.
Os dados das imagens cerebrais mostraram uma forte correlação entre valores sagrados e a ativação de sistemas neurais associados com avaliação do que é certo e do que é errado (a junção temporoparietal esquerda) e recuperação de regras semânticas (o córtex prefrontal ventrolateral direito), mas não com sistemas associados a recompensas.
"Grande parte das políticas públicas baseia-se em oferecer incentivos", diz Berns. "Nossa descoberta indica que não é razoável pensar que uma política baseada em análise de custo-benefício poderá influenciar o comportamento das pessoas quando se trata de valores sagrados, porque eles são processados em um sistema cerebral completamente diferente daquele dos incentivos", diz Berns.
Os participantes que tinham participação mais ativa em organizações, como igrejas, times esportivos e grupos musicais tinham uma atividade cerebral mais forte nas mesmas regiões relacionadas a valores sagrados. "Grupos organizados podem inculcar valores mais fortemente do que o uso de regras ou normas sociais", continua ele.
O teste também mostrou uma ativação na amígdala, região do cérebro associada com reações emocionais, mas somente quando os participantes recusaram dinheiro para trocar afirmações sobre o que eles acreditavam.
"À medida que a cultura muda, isso afeta nosso cérebro, e à medida que o cérebro muda, isso afeta a cultura. Você não pode separar os dois", diz Berns. "Agora temos o significado para compreender essa relação."
23 de janeiro de 2012 | 12h 17
A tomada de decisão sobre "valores sagrados" passa por um processo cognitivo diferente, mostra um estudo feito pela Universidade Emory.
O estudo usou exames de neuroimagem que mostram que valores que as pessoas se recusam a negar, mesmo diante de oferta de dinheiro, são processados de forma diferente no cérebro do que aqueles que as pessoas "vendem" de bom grado.
"Nossa experiência mostra que o reino do sagrado - seja uma forte crença religiosa, uma identidade nacional ou um código de ética - é um processo cognitivo diferente", diz Gregory Berns, autor do estudo.
Valores sagrados ativam de uma área no cérebro associada com regras e processos de certo-ou-errado em oposição às regiões associadas a processos de custo-benefício.
"Isso tem grandes implicações para compreender melhor o que influencia comportamentos humanos nos países e culturas", diz Berns. "Estamos vendo como valores culturais fundamentais são representados no cérebro", diz.
Os pesquisadores usaram ressonância magnética funcional para gravar as respostas de 32 voluntários durante um teste. Na primeira fase, os participantes observavam afirmativas que variavam desde "você é um bebedor de chá" até "você apoia o casamento gay". Cada uma das 62 sentenças tinha uma frase contraditória. Os participantes precisavam escolher um deles.
No fim do teste, os participantes tiveram a opção de fazer uma espécie de leilão com suas sentenças, repudiando as escolhas anteriores em troca de dinheiro. Os participantes podiam ganhar U$ 100 dólares por sentença simplesmente concordando em assinar um documento declarando o oposto do que acreditavam. Eles puderam optar por deixar de fora as sentenças de alto valor para eles.
"Nós usamos o leilão como uma medida da integridade para afirmações específicas", explica Berns. "Se a pessoa recusa a ganhar dinheiro para mudar uma afirmação, então consideramos que o valor é sagrado para ele. Mas se eles ficam com o dinheiro, então consideramos que a pessoa tinha baixa integridade para aquela afirmação e que ela não era sagrada", diz.
Os dados das imagens cerebrais mostraram uma forte correlação entre valores sagrados e a ativação de sistemas neurais associados com avaliação do que é certo e do que é errado (a junção temporoparietal esquerda) e recuperação de regras semânticas (o córtex prefrontal ventrolateral direito), mas não com sistemas associados a recompensas.
"Grande parte das políticas públicas baseia-se em oferecer incentivos", diz Berns. "Nossa descoberta indica que não é razoável pensar que uma política baseada em análise de custo-benefício poderá influenciar o comportamento das pessoas quando se trata de valores sagrados, porque eles são processados em um sistema cerebral completamente diferente daquele dos incentivos", diz Berns.
Os participantes que tinham participação mais ativa em organizações, como igrejas, times esportivos e grupos musicais tinham uma atividade cerebral mais forte nas mesmas regiões relacionadas a valores sagrados. "Grupos organizados podem inculcar valores mais fortemente do que o uso de regras ou normas sociais", continua ele.
O teste também mostrou uma ativação na amígdala, região do cérebro associada com reações emocionais, mas somente quando os participantes recusaram dinheiro para trocar afirmações sobre o que eles acreditavam.
"À medida que a cultura muda, isso afeta nosso cérebro, e à medida que o cérebro muda, isso afeta a cultura. Você não pode separar os dois", diz Berns. "Agora temos o significado para compreender essa relação."
Fonte : Estadão Ciência
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Sofá de papelão
Esse sofá não apenas interessante por ser de material reciclado, mas também por ser funcional e resistente. Toda estrutura foi feita de papelão reciclado, inclusive o enchimento das almofadas é de papel picado.



Fonte Ideias Green
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